Bom… antes de tudo eu quero pedir sinceras desculpas pelas coisas que vocês vão ler. eu vou parar de escrever e por tempo indeterminado, talvez eu volte ou não, eu não sei, não é porque eu não queira mais escrever para vocês, na verdade isso é uma coisa totalmente boa, escrever e postar para vocês e ainda mais receber elogios, mas eu não to bem, não to bem para escrever, talvez vocês tenham percebido pela minha demora para postar um simples capítulo e mesmo assim não sair de uma forma que eu ache boa, e eu sei que eu fiz uma promessa aqui mas por favor tentem me entender, eu só estou precisando de um tempo, um longo tempo, é isso, eu queria agradecer pelo apoio que vocês me deram na hora em que mais precisei, quero agradecer por cada ask/cartinha carinhosa, quero agradecer por cada comentário, quero agradecer pelo carinho de vocês. me desculpem de verdade e espero que me entendam, eu ainda vou pensar se vou excluir o imagine, ou se vou excluir os que estão em “andamento” e deixar os que já estão “finalizados” eu realmente não sei, mas até domingo eu vejo. é isso, me desculpem mais uma vez. eu amo vocês <3
muito obrigada bê <3
é… ):
sdds também, obrigada bebê.
heeeey, muito obrigada bê
kk muito muito muito muito muito muito muito muito muito muuuuuuito obrigada. jaljsiaisj para com isso, mas obrigada <333
não, era uma menininha muito fofa, eu acho que ela sumiu porque tava de castigo eu não lembro :/
heeeeey <33333
ah, é só sei lá kk
eu nunca vou abandonar ela bebê
kk awn

Você narrando on
- O QUE TÁ ACONTECENDO AQUI? – ouvimos um barulho de copos quebrarem, separei meus lábios dos da Demi rapidamente e olhei para a porta, droga…
- Mã-mãe? – disse e Demi olhou para mamãe e saiu rapidamente do meu colo e eu me levantei – Mãe…
- O… – ela não conseguia falar nada
- Não é nada do que a senhora está pensando mãe
- Como assim (seu nome)? Eu vi você e e e e – mamãe não conseguia falar
- Senhora Miriam eu…
- Você o que menina? – mamãe interrompeu Demi
- Mãe, por favor, se acalme
- ME ACALMAR? EU ACABEI DE PEGAR MINHA FILHA AOS BEIJOS COM ESSA COM ESSA COM ESSA VAGABUNDA – ela apontou para Demi – EU SEMPRE SOUBE QUE ELA ERA UMA MÁ INFLUÊNCIA.
- MÃE – alterei minha voz e Demi saiu do quarto, com certeza chorando e eu iria atrás dela se não fosse pela minha mãe
- Aonde você pensa que vai? – mamãe perguntou fazendo-me parar antes mesmo de ir atrás de Demi – Era por isso aquelas perguntas estranhas não era? – mamãe falava, mas eu não conseguia escutar nada só coseguia pensar em Demi – (seu nome) você tá louca? Aonde já se viu uma mulher beijar outra mulher, eu fui bem clara com você que não aceitaria e…
- CHEGA CHEGA CHEGA CHEGA – pedi chorando enquanto andava de um lado para o outro – Eu não sabia que amar é errado, não sabia que ser feliz é errado…
- Eu não quero que você fale mais com essa garota – mamãe disse séria e olhei-a
- O que? – perguntei em um sussurro
- Isso mesmo que você ouviu não me obrigue a tomar decisões drásticas – mamãe disse e saiu pela porta do quarto batendo fortemente a mesma
Droga droga droga droga droga e agora? O que eu iria fazer? Procurei meu iPhone e ele estava jogado em minha cama, peguei-o e com dificuldade digitei uma mensagem para Demi…
Você narrando of
Demi narrando on
Eu sai completamente desnorteada da casa de (seu nome), eu? Uma má influência? Minha cabeça estava girando e eu estava dirigindo para longe da casa de (seu nome), parei em uma daquelas ruas e encostei minha cabeça no volante, escutei um barulho e procurei pela minha bolsa meu iPhone e vejo que tem mensagem nova “Oi amor, eu sei que você saiu daqui chorando pelas barbaridades que minha mãe disse, saiba que nada daquilo é verdade ok? Você é a pessoa com a história de vida mais inspiradora que eu conheço. Amor nós precisamos conversar.” sorri, escutei alguém bater no vidro do meu carro e olhei, fiquei surpresa com quem era e abaixei o vidro…
- Demi – ela disse animada – Que coincidência
- Oi Sophie – sorri
- O que faz aqui? – ela sorriu
- Ah acabei de sair da casa da (seu nome) – apontei para trás
- Ah sim – ela olhou para o lado onde eu havia apontado
- E você o que faz aqui? – perguntei
- Ah estou voltando para casa – ela respondeu sorrindo
- Mora aqui?
- Não, eu moro mais lá pra cima – ela apontou para frente – Só vim visitar uma amiga.
- Hum… Quer uma carona?
- Não Demi que isso.
- Vamos logo
- Não quero incomodar
- E não vai.
- Tem certeza?
- Entra logo Sophie. – sorri e ela entrou – É só ir me guiando
- Ok – ela sorriu – Demi por que está sendo legal comigo?
- Como assim? – perguntei olhando-a rapidamente
- Eu sei que você não gosta de mim
- Não é verdade – sorri – Eu só não conheço você
- E mesmo assim está dando carona a uma desconhecida?
- Você não é uma desconhecida Sophie
- Mas você disse que não me conhece
- Modo de dizer Sophie – olhei pra ela rapidamente e sorri – Mas então onde você mora
- Naquela casa ali – ela apontou e vi uma casa grande com detalhes azuis, dirigi devagar até parar em frente a casa dela e ela se virou para mim – Obrigada Demi
- Não precisa agradecer – sorri
- Mas eu agradeço mesmo assim – ela sorriu e ficamos nos encarando – Tchau
- Tchau – disse e ela depositou um beijo em meu rosto antes de sair do carro
Phone on
*Oi (seu nome)* - atendi entrando em casa
*Demi você não acreditou no que minha mãe disse né?*
*Talvez ela esteja certa…* - disse e fui até a cozinha
*O que? Claro que não Demetria*
*Tudo bem (seu nome)* - me encostei na bancada com o meu copo com água em minhas mãos
*Demi* - ela suspirou - *Mamãe não quer que eu fale mais com você*
*O QUE?* - cuspi toda a minha água fora e ela ficou em silêncio - *(seu nome) ela não pode fazer isso*
*Pior que pode…*
*E como nós ficamos?*
*Acha que vou desistir de você?*
*Mas sua mãe…*
*Escondido é bem melhor*
*Idiota* - sorri
*Que você ama*
*Demais* - ela riu
*Mas então como vamos fazer?* - ela perguntou e fiquei pensando… É claro.
*Quando vamos nos ver de novo?*
*Quando quiser…*
*Amanhã apareça no nosso lugar as duas em ponto.*
*DA MANHÃ?*
*Da tarde*
*Ah sim…*
*Ok?*
*Ok.*
*Bom preciso desligar*
*Ahhhhhhhhh ok…*
*Te ligo mais tarde ok*
*Tá*
*Beijos*
*Beijos*
*Te amo*
*Te amo*
*Tchau*
Phone off
Descansei meu iPhone na bancada e continuei a tomar o restinho de água que ainda tinha no copo, ótimo e agora?
Demi narrando off
Você narrando on
Estava olhando as crianças brincando no jardim da casa da frente pela janela do meu quarto, escutei alguém bater na porta e olhei para a mesma pelo canto do olho e vi meu pai adentrar meu quarto, me virei para ele e eu já sabia o que estava por vim…
- Sua mãe me contou – ele colocou as mãos dentro do bolso e eu continuei olhando – Olha (seu nome)…
- Pai… – suspirei – Não adianta o senhor me dizer o quanto é errado porque eu sei que é errado, mas… Eu gosto dela, não, na verdade eu a amo.
- Tudo bem – papai sussurrou depois de um longo suspiro – Filha venha cá – ele me chamou e nos sentamos na cama, ele me olhou e sorriu – Ela te faz feliz?
- Muito. – sorri
- É, só por esse seu sorriso já diz tudo – ele apontou para meu sorriso e riu
- Paaaaaaaaaaaai – com certeza eu estava um pimentão
- Quem diria em, se apaixonou pela mulher que sua irmã é fã.
- E eu ainda dizia que não valia a pena amá-la – rimos
- A vida dar voltas – ele disse e rimos mais uma vez – Mas olha diferente da sua mãe não irei brigar com você – ele me olhou e eu sorri – Você sabe o que é certo e errado pra sua vida – ele colocou a mão sobre meu ombro – Só fico triste porque você não é mais a minha menininha e nem vou poder mais te dizer o que é certo e o que é errado.
- Pai – o abracei – Para sempre serei sua menininha e sempre irei te perguntar o que é certo e o que é errado pra mim.
- Então eu te digo que o certo é a sua felicidade – ele se afastou de mim e analisou meu rosto – E se Demi é a sua felicidade vocês tem meu total apoio
- Obrigada pai – sorri e o abracei mais uma vez
- Mas agora eu vou te deixar pensar um pouco – ele se afastou de mim e se levantou – Preciso falar com sua mãe, você sabe como ela é…
- Pai não quero que o senhor brigue com ela por minha causa
- Não irei brigar – ele depositou um beijo em minha testa e andou até a porta saindo pela mesma, me joguei na cama e o pesadelo só estava começando…
Percebi que havia dormido demais quando vi que já se passavam das 10 da manhã do outro dia e daqui a algumas horas teria que encontrar Demi, levantei-me com má vontade da cama e caminhei até o banheiro, me encarei no espelho e tanta coisa havia mudado esse ano, havia perdido a minha única melhor amiga, mas ganhei amigos que irei levar para a vida toda, quer dizer assim espero… Retirei minhas peças de roupas e entrei no box ligando rapidamente o chuveiro e deixando a água gelada escorrer sobre meu corpo quente e uma sensação um tanto prazerosa percorrer pelo meu corpo, tomei meu banho calmamente e devagar, depois de alguns minutos desliguei o chuveiro e puxei a toalha enrolando-a em meu corpo logo saindo do banheiro e adentrando meu quarto, caminhei até meu guarda-roupa e escolhi minha roupa fiz tudo que precisava fazer e logo vesti-a, ajeitei meu cabelo e pronto estava pronta, ainda faltavam duas horas para as 14 e o que eu iria fazer? Bom estava sentindo falta de um certo cara chamado Joseph Jonas, tantos meses sem nos falar e ele nem havia me procurado, talvez já tenha me esquecido, normal, uma hora ou outra as pessoas irão se esquecer de mim…
- Aonde você vai? – mamãe perguntou-me séria
- Sair por ai. – dei de ombros
- Já disse que não quero que você fale mais com ela – ela disse e cruzou os braços – Não me faça…
- Eu já sei mamãe – disse interrompendo-a – E nós discutimos ontem pode ficar tranquila – menti e ela pareceu ficar mais aliviada – Posso ir?
- Pode. – ela disse e depositou um beijo em meu rosto – Saiba que tudo que eu faço é para o seu bem.
- Eu sei – assenti – Tchau
- Tchau. – ela voltou para a cozinha e eu suspirei logo saindo de casa e adentrando meu carro, odeio mentir para a minha mãe, mas é o único meio de ver Demi, pois é até onde você iria pela pessoa que ama?
Cheguei meia hora antes do combinado com Demi e me sentei nas pedras entre a areia e o mar esperando-a…
- Oi – escutei alguém dizendo, virei meu rosto e encontrei-a, tão linda – Demorei?
- Não, você é bem pontual – disse me levantando e arrancando uma risada baixa dela, me aproximei e agarrei-a em um apertado abraço – Eu amo você tá? – sussurrei enquanto ainda abraçava-a
- Eu também te amo, muito. – ela disse e suspirou logo separando o nosso abraço – Bom… Eu tenho uma cobertura no centro de Los Angeles…
- E?… – perguntei estranhando e ela revirou os olhos
- Não vamos nos encontrar as “escondidas”? – ela perguntou e eu assenti – Então precisamos de algum lugar para nos encontrar e fazermos nossas coisas sabe…
- Ahhhhh entendi – disse e puxei-a novamente colando nossos corpos e selei nossos lábios em um rápido selinho, sorrimos e ela me puxou pela nuca selando nossos lábios e iniciando um beijo lento, desfrutei cada segundo daquele beijo e ela arranhava de leve minha nuca arrepiando-me
- Então… – ela começou dizendo logo após finalizarmos o beijo – Quer conhecer nosso esconderijo? – rimos – Creio que você vai amar…
- Claro – capturei os lábios dela em um rápido selinho – Vamos – sorri e ela entrelaçou nossas mãos logo voltamos para o píer de Santa Monica
- Vem – ela me puxou aproximando-nos de seu carro – Vamos ao meu carro ai depois voltamos e você pega o seu carro
- Ok – respondi me sentando no banco do passageiro e logo Demi se sentou no banco do motorista
- Me encontrei com a sua amiga Sophie ontem logo depois que sai de sua casa – ela comentou roubando minha atenção
- Foi? – perguntei e ela assentiu enquanto dirigia – E ai?
- Só dei uma carona a ela – ela respondeu-me
- Hum – assenti e seguimos em silêncio até nosso mais novo esconderijo
- Chegamos… – ela disse depois de um tempo parando em frente ao enorme prédio
- Uau – fora a única coisa que consegui dizer
- Vem – ela disse desafivelando o cinto e saindo rapidamente do carro e eu fiz o mesmo logo adentramos o hotel e fomos até a recepção – Boa tarde
- Boa tarde – o gerente cumprimentou-nos sorrindo
- Então Paul – Demi riu – Quero a chave do meu quarto
- Aqui está madame – Paul entregou a Demi um cartão dourado
- Ai sempre esqueço que agora é cartão – Demi comentou rindo – Valeu Paul
- De nada baixinha – eles fizeram um toque de mão e eu e Demi caminhamos até o elevador que já estava a nossa espera, entramos no mesmo e Demi apertou no primeiro botão de baixo para cima
- Paul né? – coloquei minhas mãos para trás e observei-a
- O que? – ela sorriu – Com ciúmes meu amor? – ela olhou para a câmera no canto esquerdo acima da minha cabeça e logo voltou a olhar em meus olhos – Ele é apenas meu amigo
- Ele é bem novo para ser gerente – disse e coloquei as mãos dentro do bolso da minha calça
- Eu sei, mas ele começou a trabalhar aqui antes mesmo desse hotel ser um dos mais frequentado de Los Angeles, ele começou como “burro de carga” – ela soltou uma risada baixa – E hoje é o gerente, conheço ele desde os meus 16 anos, ele é um grande amigo
- Hum – disse e agradeci mentalmente por ter saído de dentro do elevador e segui Demi até a segunda porta do lado esquerdo do corredor, antes de entrar fiquei olhando para as duas portas a frente do lado direito
- Ah é a outra cobertura, tem duas, já que uma é minha – ela riu e me puxou para dentro, olhei em volta e… Nossa, ela colocou as mãos na cintura e olhou para a sala – E ai o que achou?
- É… Uau – foi a única coisa que consegui dizer e ela riu segurando minha mão logo me puxando em direção as escadas
- Vem, quero te mostrar o nosso quarto – ela disse enquanto caminhávamos pelo estreito corredor até aproximarmos da única porta que havia ali, ela me olhou por um instante e logo sorriu girando a maçaneta da porta e abrindo a mesma adentrando o enorme quarto, observei tudo com a expressão séria e ela apenas me encarava – Eu sei que não é mui…
- Não – disse interrompendo o que ela iria falar e olhei-a – É perfeito
- Ai que bom – ela sorriu e aproximou-se de mim entrelaçando suas mãos em meu pescoço e selou nossos lábios em um selinho demorado – Vamos assistir algum filme?
- Vamos – respondi e depositei um beijo em sua testa e ela sorriu
- Amo quando faz isso – ouvi-la dizer
- Isso o que? – perguntei olhando em seus olhos
- Isso. Quando me beija na testa, sei lá me sinto amada por você – ela me puxou pela cintura abraçando-me e depositou sua cabeça em meu peito
- E você é. – disse também abraçando-a, ficamos um tempo ali daquele jeitinho até que decidimos ir logo ver o filme, Demi faria a pipoca e eu escolheria o filme, pedi a ela para que eu fizesse a pipoca já que ela é um desastre na cozinha, mas ela insistiu e então não tive escolha, escolhi “Eu sou o número 4” para assistirmos, foi o único que achei da prateleira de filmes da Demi que não fosse totalmente romance, ok amo romance mas tem alguns que… eca.
- Cara – Demi dizia saindo da cozinha enquanto comia a pipoca – Não sei o que seria de mim sem o Paul – olhei-a – Quer dizer, você sabe né, não fico muito aqui e ele de vez em quando faz as compras e pois é…
- Hum. – me joguei no sofá e encarei a tela da televisão – Escolhi “eu sou o número 4” tudo bem?
- E por que não escolheu romance? – ela se sentou ao meu lado no sofá e olhei-a, ela encarava a pipoca no grande pote – Quer dizer um que seja totalmente romance…
- Não estou para romance hoje – peguei o controle e dei play ao filme
- Percebi – a escutei falando e olhei-a e ela encarou a TV sorrindo – Vamos assistir vai
Já tinham se passado mais de meia hora do filme, o pote ainda estava mais da metade com pipoca em cima da mesinha de centro, meu braço estava em volta da cintura de Demi abraçando-a, eu sentia falta de tardes assim com Demi, agarradinha a ela, sentindo a maciez da sua pele colada a minha, sentindo seus cabelos macios roçando na minha pele, sentido ela fazer carinhos no meu pé com os dedos de seu próprio pé…
- O que foi? – ela perguntou encarando a TV
- O que? – franzi a testa
- Você tá me observando desde a hora que o filme começou. – ela me olhou e sorriu
- Ninguém mandou ser tão perfeita – disse deitando por cima dela no sofá
- ATA – ela disse enquanto eu distribuía beijos pelo seu pescoço
- Hum que cheirosa!!!! – comentei enquanto dava uma leve mordidinha em seu pescoço
- Paaaaaaaaaaaaara – ela pediu rindo enquanto ao mesmo tempo se arrepiava
- Não posso mais? – voltei a distribuir beijos molhados por ali
- Não só pode como deve – ela cravou suas unhas no meu cabelo e me fez olhar em seus olhos, em seus lindos olhos, sorri de lado e selei nossos lábios em um rápido selinho e escondi meu rosto na curva de seu pescoço inalando seu cheiro – Você está tão… quieta hoje.
- Não – respondi e fechei meus olhos – Eu preciso ir pra casa…
- Nãããããããão – ela disse manhosa e me apertando contra ela
- Minha mãe tá de marcação comigo – sussurrei e me ajeitei em seu colo como se fosse um ato sexual
- Ta bom né. – ela repousou as mãos pela minha costa e fechou os olhos, ficamos ali apenas aproveitando a presença uma da outra
Então, aqui o capítulo 35, espero que gostem e comentem. eu quero pedir sinceras desculpas pela demora, mas é só que eu não estou bem para escrever, e a minha criatividade anda reinando em 0% me desculpem mesmo.
se eu conseguir escrever, sim.